Produtividade e Energia
Energia como ativo executivo: a rotina que sustenta decisão
09 de abril de 2026 · 5 min de leitura

Executivas raramente chegam pedindo emagrecimento. Chegam dizendo que às 16h a qualidade das próprias decisões cai — e que isso é caro.
Energia percebida é resultado de fatores treináveis: capacidade cardiorrespiratória, força, qualidade de sono, regularidade alimentar e gestão de carga total. Quando esses fatores são organizados, a curva de disposição ao longo do dia muda de forma perceptível em quatro a seis semanas.
Na prática, três decisões concentram a maior parte do retorno. A primeira é fixar o treino como compromisso de agenda, com horário protegido — preferencialmente no período do dia em que a chance de cancelamento é menor. A segunda é estabelecer um horário-limite de encerramento do trabalho para proteger o início do sono. A terceira é reduzir a variabilidade das refeições em dias de alta demanda.
Nenhuma dessas decisões exige tempo adicional. Elas exigem estrutura — que é exatamente o que falta quando o treino é tratado como uma sobra da agenda em vez de uma linha fixa dentro dela.